18 de mai de 2011

O peso que a gente leva...

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas.

Excedem aos tamanhos permitidos.

Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?

As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música?

E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou.

Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais

da metade do que levei não me serviu pra nada.

É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências.

E nisso mora o encanto da viagem.

Viajar é descobrir o mundo que não temos.

É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.

E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar:

“Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!

” Ele tinha razão.

A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados.

Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.

Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.

conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.

Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.

Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam.

Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...

Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.

Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá.

Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos.

Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve...

13 de mai de 2011

Hello!

Como vão meninas?? Espero que todas bem!

Olha só, to meio sumida, porque to meio adoentada mas me to me recuperando legal!!
Seguinte, estou lendo os emails que vocês me mandam, não pensem que não serão respondidas, porque vocês serão tá?

Mas cheguei a uma triste conclusão: ELES REALMENTE SÃO TODOS IGUAIS, NÃO É MESMO?

Legal que vocês entendam que esse blog não tem intuito nenhum de falar mal desse ou daquele, apenas partilhar experiências que toda mãe solteira vive. Porque é igual sim, e não adianta tapar o sol com a peneira!! Então, no que eu puder ajudar vocês com as experiências que eu vivi e vivo ainda, eu farei!!!

Ah! Não querendo puxar uma sardinho pro meu lado, mas já puxando: Eu estou concorrendo
ao Top Blog 2011. Então, se vocês puderem dar uma clicada alí ao lado e votar nesse blog, eu ficaria muitissimo agradecida!!! rsrs

Beijão

Manu.

9 de mai de 2011

FELIZ DIA DAS MÃES!!!!!!!


Arrumei a casa,

preparei o coração

esperando sua chegada tão sonhada,

vesti o melhor sorriso,

espalhei pelo chão

o perfume da rosa mais enfeitada

pra te colorir e te cobrir de bem querer

Tá faltando você pra ficar perfeito

Aprendi a amar, assim do seu jeito

E aceito ser seu e viver esse amor...



Meninaaaassss... desejo a vocês, tudo de bom nesse dia e que seus filhos continuem enchendo vocês de orgulho!!!


Manu.